domingo, 12 de Junho de 2011

Relatório de auto-avaliação de desempenho docente

(work in progress)

Tarefa: análise dos resultados de uma ficha sumativa
Relação com o PE ou PAA: aumentar a taxa de sucesso; aumentar a qualidade de sucesso (o que estiver) e outros objectivos e/ou metas
Metodologia/estratégias:
1. verificação das questões OU conteúdos cujos resultados ficaram abaixo do esperado OU que revelaram resultados indiciadores de não aquisição pelos alunos dos conhecimentos e/ou desenvolvimento das competências avaliadas;
2. reflexão/análise sobre as causas para esses resultados;
3. um/duas aulas para remediação, com alteração de metodologia/uma nova decomposição de conteúdos e/ou realização de exercícios práticos/de aplicação
Resultados obtidos: 2ª ficha de avaliação sumativa (por exemplo) OU mini ficha só com essa(s) questão(ões) OU avaliação formativa (em contexto de sala de aula/respectivos registos: todos os alunos OU a maioria dos alunos obteve resultados positivos na(s) questão(ões).
Anexos à evidência: as grelhas de cotação das fichas
Pensem também nas diferentes tarefas que fazem, quando são DT, por exemplo.







http://profslusos.blogspot.com/2011/05/add-relatorio-de-auto-avaliacao-cont.html

1 — O relatório de auto-avaliação deve abordar necessariamente os seguintes aspectos:
a) Autodiagnóstico realizado no início do procedimento de avaliação, tendo em consideração os domínios de avaliação e ou as funções ou actividades específicas não enquadráveis nos domínios, bem como ainserção na vida da escola e, se for o caso, os objectivos individuais apresentados;

b) Breve descrição da actividade profissional desenvolvida no período em avaliação, enunciando as acções exercidas no âmbito do serviço lectivo e não lectivo atribuído e os respectivos períodos de concretização;

c) Contributo individual para a prossecução dos objectivos e metas da escola no âmbito das actividades exercidas, com apresentação de evidências sobre o seu desempenho e respectiva apreciação, nos seguintes termos:
i) Para a avaliação de cada dimensão, e tendo por referência os respectivos domínios, o docente avaliado deverá mobilizar o mínimo de duas e o máximo de quatro evidências (recordo que existe um saldo negativo de apenas 2 domínios para quem não requereu aulas observadas);
ii) A evidência inclui a identificação da actividade ou tarefa, o seuenquadramento no projecto educativo e planos anual e plurianual de escola, metodologias e estratégias, resultados obtidos, referindo, em cada evidência apresentada e a sua apreciação (e, se for o caso, o respectivo grau de cumprimento face aos objectivos individuais apresentados);

d) Análise pessoal e balanço sobre a actividade lectiva e não lectivadesenvolvida, tendo como elementos de referência os padrões de desempenho docente, os objectivos e metas fixados no projecto educativo e nos planos anual e plurianual de escola (e, no caso de existirem, os objectivos individuais);

e) Formação realizada e apreciação dos seus benefícios para a prática lectiva e não lectiva, com identificação da designação,tipologia e duração das actividades de formação e respectivasentidades formadoras ou dinamizadoras;

f) Identificação fundamentada das necessidades de formação para o desenvolvimento profissional.

2 — O relatório de auto‑avaliação deve ser redigido de forma clara, sucinta e objectiva, não podendo exceder seis páginas A4.

3 — O avaliado deve juntar ao relatório de auto‑avaliação os documentos relevantes para a avaliação do seu desempenho e que não constem do seu processo individual, designadamente:
a) Documentos correspondentes às evidências referidas na alínea c) do n.º 1;
b) Informação do responsável ou dirigente máximo do órgão, serviço ou organismo da Administração Pública ou outra entidade em que o docente exerceu funções, para além das desempenhadas no agrupamento de escolas ou escola não agrupada.




http://profslusos.blogspot.com/2010/11/autodiagnostico-na-add.html

O Despacho n.º 14420/2010, de 15 de Setembro - o "tal", relativo à calendarização, relatório de auto-avaliação e fichas de avaliação global - refere no anexo II (Regras e padrões de uniformização para a elaboração do relatório de auto-avaliação) anecessidade de elaborar umautodiagnóstico (realizado no início do procedimento de avaliação) que leve emconsideração os domínios de avaliação e ou as funções ou actividades específicas não enquadráveis nos domínios, bem como a inserção na vida da escola e, se for o caso, os objectivos individuais apresentados. Este autodiagnóstico deverá depois fazer parte do relatório de auto-avaliação.


http://profslusos.blogspot.com/2011/05/add-relatorio-de-auto-avaliacao.html


"Artigo 17.º
Auto-avaliação
1 — A auto-avaliação tem como objectivo envolver o docente no processo de avaliação, promovendo a reflexão sobre a sua prática docente, desenvolvimento profissional e condições de melhoria do desempenho.
2 — A auto-avaliação é obrigatória e concretiza-se através daelaboração de um relatório a entregar ao relator em momento anterior ao preenchimento, por este, da proposta de ficha de avaliação global.
3 — O relatório de auto-avaliação constitui elemento essencial a considerar na avaliação do desempenho, e a sua elaboração deve observar as regras simplificadas e os padrões de uniformização definidos por despacho do membro do Governo responsável pela área da educação.
4 — O relatório de auto-avaliação aborda, necessariamente, os seguintes aspectos:
a) Autodiagnóstico realizado no início do procedimento de avaliação;
b) Breve descrição da actividade profissional desenvolvida no período em avaliação;
c) Contributo do docente para a prossecução dos objectivos e metas da escola;
d) Análise pessoal e balanço sobre as actividades lectivas e não lectivas desenvolvidas, tendo em conta os elementos de referência previstos no artigo 7.º;
e) Formação realizada e seus benefícios para a prática lectiva e não lectiva do docente;
f) Identificação de necessidades de formação para o desenvolvimento profissional.
5 — O relatório é acompanhado, em anexo, dos documentos relevantes para a apreciação do desempenho do docente que não constem no seu processo individual. (...)"

Assim, e para o dito relatório é necessário ter em atenção os 6 aspectos do ponto 4, assim como os respectivos anexos. Iniciam logo por um autodiagnóstico (já tinha alertado para este pormenor a 1 de Novembro de 2010), uma breve descrição da actividade profissional (do período em avaliação). Segue-se o contributo para o cumprimento dos objectivos e metas da vossa escola e uma análise das actividades lectivas e não lectivas tendo como referência os elementos de referência da avaliação (onde estão incluídos por exemplo, os padrões de desempenho docente estabelecidos a nível nacional). Cansados? Pois... Mas ainda não chegou ao fim... Depois vem a formação realizada (e seus benefícios) e por último as necessidades de formação. Não gostaram? Pois... Comparando com o anterior modelo de ADD, neste ponto em particular, a "coisa" piora (nada que já tivesse sido escrito neste blogue).

Para além do que coloquei acima, importa também conhecer às "deliberações" provenientes da Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho (CCAD) da vossa escola/agrupamento, que por vezes, esclarecem de alguma forma alguns dos pontos referidos no artigo 17.º.

Como é fácil de constatar, a tarefa de "utilizar exemplos" será particularmente complicada. Pior, é tão complicada a elaboração desses "exemplos" que irei ficar deveras surpreendido se aparecerem.

Para mais informações, sigam para o pack "Avaliação do Desempenho Docente", que se encontra disponível neste blogue há alguns meses.

1 comentário:

  1. Guia completo de elaboração do Relatório de Autoavaliação docente 2011; exemplos de evidências; modelo de relatório. Vi AQUI:
    http://km-stressnet.blogspot.com/2011/07/relatorio-de-autoavaliacao-docente-como.html

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